sábado, 2 de maio de 2009

Angkor!

Mas turismo num lugar de guerra não é sinônimo de tristeza 100% do tempo. Claro que também nos divertimos bastante!

Ho Chi Minh é uma cidade grande, novamente com um trânsito caótico e muito parecida com Hanói, mas com um aspecto mais limpo. Além das visitas aos lugares relacionados à guerra, batemos muita perna pelas ruas, aproveitamos os últimos dias da culinária vietnamita e nossos últimos dias com a Emília e a Sara, nossas amigas suecas. E ainda pude dar tchau para o Paras, o inglês que mora no Vietnam e que conhecemos lá em Hanói. Ele voltará para a Inglaterra em breve e na nossa última noite na cidade foi a sua festa de despedida, com direito a música ao vivo e tudo. Com banda Filipina!

Seguimos para o Camboja, direto para a capital, Phnon Penh. Fora o Tuol Sleng e o Killing Fields visitamos também o Museu Nacional e o Palácio Real.

O museu foi um dinheiro perdido. Sinceramente não sei porque continuo entrando nestes museus que só têm cerâmica e pedras, não faz nada meu estilo, mas enfim... O Palácio sim valeu a pena, pois é muito bonito com uma arquitetura que só se encontra aqui na Ásia.

Fora isso Phnon Penh se revelou uma cidade pobre e cheia de pedintes. Ao contrário das grandes cidades do Vietnam o trânsito não era tão caótico e era mais fácil atravessar a rua. Os restaurantes estavam sempre super lotados. O calor continuava insuportável. Os monges voltaram a aparecer em seus robes laranjas fluorescentes. E o mais engraçado foi, no final da tarde, um monte de gente fazendo aula de ginástica ao ar livre na praça central!

Da capital subimos até Siem Reap, onde ficam os templos de Angkor.

Construídos durante o Império Khmer (o antigo, não o ditatorial), os templos têm quase 1000 anos e são majestosos! Mesmo os que estão em ruínas são impressionantes.

Em dois dias fomos aos principais templos: Angkor Wat (a maior construção religiosa do mundo), Ta Prohm (já tomado pelas árvores ao redor e onde foram filmadas cenas de Indiana Jones e Tomb Raider), Pre Rup, Phnom Bakheng, Baphuon e Bayon (este cheio de caras nas pedras, um dos mais legais).

Mas o melhor foi: encontramos os primeiros brasileiros depois de 2 meses!!!

Estávamos nós lá em um dos templos quando passa uma menina com uma canga com a bandeira do Brasil pendurada na mochila. Tive que perguntar se era. Batata! Era um casal em viagem, o Cássio e a Karine, de Porto Alegre, mas que tinham morado na Austrália por 2 anos e meio e agora estavam voltando ao Brasil, mas não sem antes fazer um mochilão pela Ásia.

Como bons brasileiros saímos para tomar uma cerveja à noite em um dos principais bares da cidade, o Angkor What? (rsrsrs)

Antes de nos despedirmos do Camboja, na nossa última noite fomos a um restaurante dar adeus ao Amok Fish, o prato nacional cambojano. É tipo um curry com leite de coco (e olha que eu nem gosto disso), peixe, batatas e temperos. É MUITO bom!!!

De Siem Reap viemos para Bangkok, para enfim seguir viagem para as praias tailandesas do sul!!! Paraíso, aí vamos nós!